Uma escuridão selvagem. Imensa. Caótica. Fértil. Destrutiva, mas não maligna.
Sem forma, sem corpo.
Um caldeirão de potência e fúria rompendo correntes mantidas por milênios.
A força ancestral que habita as profundezas da terra.
De onde emana toda a vida e pela qual pode ser destruída.
O Feminino Primordial, um manto escuro, quente, salgado e úmido como as profundezas abissais do oceano.
Formas se apresentam em suas diversas faces. A fúria indomável. O fogo. A insubordinação. O sangue.
Uma força tectônica que dá origem à criação e para onde tudo retorna.
Pode se revelar como dragão.
O medo do poder indomável e visceral do feminino opera no inconsciente coletivo.
Foi preciso soterrá-lo nas profundas camadas mais inalcancáveis.
Mas o que existe e é negado sempre volta. E volta com mais força. Com mais desejo de existir. Com mais potência para ocupar seu próprio lugar.
A força primordial feminina não pede permissão.
Sem forma, sem corpo.
Um caldeirão de potência e fúria rompendo correntes mantidas por milênios.
A força ancestral que habita as profundezas da terra.
De onde emana toda a vida e pela qual pode ser destruída.
O Feminino Primordial, um manto escuro, quente, salgado e úmido como as profundezas abissais do oceano.
Formas se apresentam em suas diversas faces. A fúria indomável. O fogo. A insubordinação. O sangue.
Uma força tectônica que dá origem à criação e para onde tudo retorna.
Pode se revelar como dragão.
O medo do poder indomável e visceral do feminino opera no inconsciente coletivo.
Foi preciso soterrá-lo nas profundas camadas mais inalcancáveis.
Mas o que existe e é negado sempre volta. E volta com mais força. Com mais desejo de existir. Com mais potência para ocupar seu próprio lugar.
A força primordial feminina não pede permissão.
Torna-se perigosamente feroz enquanto negada.
Até que a Terra se rompa. E do submundo ela emerja, inteira.
Até que a Terra se rompa. E do submundo ela emerja, inteira.
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